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Horário de Atendimento de todas as unidades:
2ª a 6ª feira das 9 às17hs – sábados das 9 às 12hs
Clínica oftalmológica, Instituto de Olhos Leste, fundada em 1986 pelo Dr Deocleciano. Especializada no diagnóstico e tratamento de doenças oculares. Realiza exames de retinografia simples, fotocoagulação a laser, paquimetria ultrassônica, fundoscopia, cirurgia de catarata, glaucoma, refrativa, deslocamento de retina, transplante de córnea, estrabismo, cirurgia plástica ocular e outras pequenas cirurgias. Atende os seguintes convênios: AMIL, DIX, Marítima, Medial Saúde, Omint, entre outros, confira.
Nosso objetivo é associar tecnologia, conhecimento cientifico e relacionamento humano visando o bem estar de nossos pacientes.
Dotada de equipamentos modernos e de funcionários bem treinados estamos sempre aprimorando nosso atendimento e conhecimento proporcionando a melhor solução aos pacientes.
Além das consultas realizamos os seguintes exames:
Patologia ocular que atinge o cristalino, uma espécie de lente natural dos nossos olhos. Tal doença causa opacidade total ou parcial do cristalino, causando assim um embaçamento visual progressivo.
Normalmente a catarata aparece com o envelhecimento, no entanto pode ser desencadeada ainda por traumas, doenças metabólicas, inflamação ocular, uso medicamento, entre outros fatores.
Seu tratamento se dá através de intervenção cirúrgica com a retirada do cristalino embaçado, sendo, logo em seguida, implantado uma Lente Intra-Ocular (LIO). Esse procedimento, atualmente é realizado com emprego de técnicas de alta tecnologia, como a facoemulsificação com anestesia tópica (colírios) e incisões de 2 a 3 milímetros, proporcionando uma cirurgia rápida, eficaz e uma recuperação visual mais confortável para o paciente.


Colocamos à disposição dos pacientes a tecnologia mais moderna da cirurgia da catarata, assim como as lentes intra-oculares que melhor se adaptam ao dia-a-dia de seus pacientes.
LASIK E PRK
Tratamento que consiste na aplicação de um laser, que possui a propriedade de evaporar pequenas quantidades de tecido da córnea. É utilizado desde 1986 para a correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo, sozinhos ou associados.
Sob anestesia local (colírio anestésico), o laser é aplicado confortavelmente direto sobre a córnea (método PRK) ou, em casos de graus muito altos, no interior deste tecido, após o levantamento de uma camada superficial (método Lasik). O tempo médio de aplicação é de 20 segundos. Neste período, dependendo do grau a ser corrigido, o laser remove de 20 a 100 micra (centésimo de um milímetro) de tecido corneano.
Ao fim do processo, a camada é reposicionada sem necessidade de pontos e a recuperação do paciente se faz rapidamente e com desconforto reduzido.
Por ser executado na parte interior da córnea e devido à pequena área trabalhada, a visão retorna em poucos dias.
Esse tratamento apresenta resultados mais precisos quando comparado ao processo tradicional de realizar cortes na córnea (ceratotomia radial). Os resultados obtidos são mais estáveis a longo prazo.
O glaucoma é uma doença ocular que está entre as principais causas de cegueira irreversível no mundo. Quando detectado precocemente, as conseqüências podem ser evitadas. Ao deteriorar o nervo óptico, o glaucoma reduz o campo de visão do portador sem que este sinta dor ou incômodo. A cegueira definitiva ocorre quando o nervo é destruído por completo. O glaucoma pode ser de três tipos: de ângulo aberto, de ângulo fechado, congênito ou secundário. O aumento da pressão intra-ocular é uma das causas dessa doença. Além dele, também influenciam os fatores que alteram a circulação e nutrição do nervo óptico.
Existem três tipos de tratamento para o glaucoma: uso de colírios, aplicação de laser e cirurgia.

O uso de medicamentos é a primeira opção,o tratamento a laser, por sua vez, reduz a pressão através da drenagem do líquido. Seu efeito não é imediato, sendo o resultado final obtido em um período de, pelo menos, 4 a 6 semanas. Se os resultados desses processos não forem de acordo com o desejado, utiliza-se o procedimento cirúrgico de trabeculectomia, através da qual um compartimento é criado no olho para armazenar o humor aquoso que se desloca.
Pessoas com mais de 60 anos que apresentam história familiar e fatores de risco como diabetes, miopia e hipertensão arterial devem ser acompanhadas periodicamente. O mesmo se aplica a pessoas de raça negra e pacientes sob tratamento clínico ou que já se submeteram à cirurgia de glaucoma. Quando o tratamento é cumprido conforme o determinado, a qualidade da visão é mantida.
Estrabismo é um tipo de alteração ocular que desalinha os olhos para direções diferentes e representa a perda do paralelismo dos olhos. O desvio dos olhos pode ser constante e sempre notado, ou poderá ter períodos normais e períodos com olhos desviados. Um dos olhos poderá estar direcionado para frente, enquanto o outro desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo.

O estrabismo é mais freqüente entre as crianças, mas pode ocorrer também nos adultos. Atinge de maneira similar homens e mulheres e, em alguns casos, tem caráter familiar.
Nos adultos, o estrabismo pode ter alguns fatores envolvidos. Devem ser estudadas as causas, tais como doenças neurológicas, diabetes, doenças de tiróide, tumores cerebrais, acidentes entre outras podem estar relacionadas.
Com bastante freqüência, os pais têm a falsa impressão de que o problema da criança foi curado espontaneamente,mas não há cura espontânea do estrabismo. Podem ser sinais da presença de estrabismo: visão dupla, embaralhamento visual, embaçamento aos esforços visuais, fechar um olho na claridade e piscar constantemente. Caso haja suspeita, são necessários exames oftalmológicos para determinar sua causa e iniciar o tratamento imediatamente.
O principal objetivo do tratamento é preservar a visão, colocar os olhos de forma paralela e recuperar a visão binocular. O tratamento do estrabismo vai depender muito de sua causa e pode ser clínico, óptico ou cirúrgico.
Para qualquer tratamento do estrabismo é recomendado que se inicie diante dos primeiros sinais de desvios dos olhos. As etapas do tratamento podem consistir em colírios específicos, correção do erro refracional com a indicação de óculos, uso de oclusão de um olho para tratar a ambliopia ou cirurgias, que podem corrigi-lo.
O médico oftalmologista especializado em estrabismo é o profissional capaz de tratar, diagnosticar e orientar devidamente para todos os casos de estrabismo. Pode ainda ser assessorado por ortoptista, que cuida de desvios, bem como nos exercícios ortópticos.
Descolamento de retina é uma enfermidade do olho caracterizada pela separação de duas camadas da retina, quando a parte sensorial (relacionada com a visão) se separa da camada pigmentada da retina, que é o epitélio pigmentar (relacionada com a nutrição da retina sensorial ).

Acompanhada de vários sintomas como flashes de luzes, manchas escuras se movendo(moscas volantes), e perda parcial de visão. A percepção das moscas volantes não determina o descolamento de retina, o que realmente o determina é seu aumento desenfreado seguido do surgimento de pequenas manchas, em tom roxo, nas regiões periféricas da visão.
Se não tratada imediatamente geralmente leva a perda total de visão. Pessoas com alto grau de miopia (alto míope) são mais suscetíveis ao descolamento por terem a retina frágil e afinada; diabéticos também fazem parte do grupo de risco devido a diabete ser um tipo de microangiopatia, altera todos os pequenos vasos de todos os órgãos, logo, a irrigação da retina também fica comprometida.
Um oftalmologista deve ser consultado o mais rápido possível. O tratamento pode incluir a utilização de técnicas cirúrgicas específicas como:
- Retinopexia (Cirurgia Convencional) A técnica mais comum de operar o descolamento da retina é chamada de retinopexia com introflexão escleral. Fixamos ao redor do olho, sob os músculos, uma estrutura de apoio feita de silicone sólido (se assemelha a um pneu) para calçar a retina e criamos uma forte adesão usando o crio cautério.
- Vitrectomia Às vezes é necessário preencher o olho com óleo de silicone ou gases de longa permanência (SF6 ou C3F8) para manter a retina colada. Com as modernas técnicas de cirurgia consegue-se reaplicar a retina em quase 90% dos casos.
Os primeiros 40 dias são cruciais, siga rigorosamente a orientação do seu médico. A anestesia é local, o paciente é levemente sedado, para que fique tranqüilo e colabore durante o procedimento.
A córnea é uma membrana que reveste a íris e assim como o cristalino, é uma lente natural que nos auxilia a focar os objetos. Em estado saudável, ela é totalmente transparente. Se há perda de sua integridade, torna-se embaçada, desfocada e a luz passa a não alcançar a retina, prejudicando sensivelmente a visão e provocando diversos transtornos que irão prejudicar o paciente no desenvolvimento das suas atividades diárias e podendo até mesmo ocasionar a perda por completo da visão.
Isto pode acontecer por diferentes motivos seja por alguma doença adquirida, por um defeito de nascimento ou por um ferimento. Em tais situações, a visão fica bastante afetada e quando não é possível recuperá-la através do uso de óculos ou de lentes de contato e quando o tratamento clinico já não obtém resposta, somente a troca da córnea doente por outra sadia e transparente pode reestabelecer a qualidade da visão.
Cirurgia Plástica Ocular e Pequenas Cirurgias
Eliminar bolsas sob os olhos, excesso e flacidez da pele das pálpebras, corrigir o formato e adquirir uma expressão mais leve.
A Cirurgia Plástica Ocular também é importantíssima no processo de recuperação de acidentes. O procedimento reconstrói funcional e esteticamente a região ocular, sendo também indicado no tratamento de tumores, alterações vasculares, paralisia facial, neuropatias e outras patologias que venham a danificar a aparência ou a qualidade funcional da região ocular.
A Cirurgia Plástica Ocular é também indicada para o tratamento definitivo do Olho Seco e de outras patologias das vias lacrimais, caracterizadas por coceira, visão embaçada, sensação de olho seco ou lacrimejamento excessivo e desconforto à luz.

O olho é um órgão complexo do corpo humano. A luz entra no olho através da córnea, que é a membrana convexa transparente que cobre a parte anterior do olho. A curvatura da córnea faz com que a luz refrate, ou mude sua direção, de modo a convergir para a retina. A retina é uma película sensível à luz localizada dentro da cavidade do olho, em sua porção posterior. Na visão normal, o ponto focal da luz está precisamente localizada na retina. Os distúrbios mais comuns da visão são falhas na refração (problemas com o foco). Os problemas com a refração ocorrem quando a forma de córnea está incorreta, de modo que o foco dos raios de luz não estejam na retina. Isto causa as condições conhecidas como: miopia, hipermetropia e astigmatismo.

A miopia, ou dificuldade em enxergar de longe, é o distúrbio do olho que focaliza a luz dos objetos antes que ela alcance a retina. Isto pode ocorrer quando o olho é muito longo ou a córnea é muito curva. Como resultado, os objetos visto ao longe ficam borrados. A visão de perto não é tão afetada.

A hipermetropia, ou dificuldade em enxergar de perto, é o distúrbio do olho que focaliza a luz dos objetos depois da retina. Ou seja, quando a luz alcança a retina ela ainda não focalizou completamente, fazendo os objetos, especialmente os próximos, ficarem borrados. Isto pode ocorrer quando o olho é muito pequeno ou a córnea é muito plana.

O astigmatismo é uma circunstância onde existe mais de um ponto focal., Isto ocorre porque a córnea não é perfeitamente esférica, mas sim ovalada. Isto leva a queixas cefaléia ou visão distorcida tanto para longe quanto para perto. Outra queixa comum nestes casos é a fotofobia.